terça-feira, 7 de junho de 2011

EU E A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Cada um de nós tem uma trajetória com a educação ambiental que despertou o interesse por um aperfeiçoamento neste assunto, ora por observação do que acontece ao nosso redor, por sensibilizar-se com as notícias frequentes sobre a degradação dos recursos naturais, ou o amor pela natureza, a vontade de que possamos continuar a ver, usufruir das belezas naturais e necessárias a vida do ser humano, ou seja, de alguma maneira fomos tocados e acredito que isso é o que desejamos que aconteça com mais pessoas.
Particularmente lembro quando estudava, dos trabalhos na semana do meio ambiente, geralmente era levar algum texto, reportagem do jornal, poucos alunos levavam, líamos e ficava nisso. A primeira vez que fui tocada sobre o assunto foi quando uma professora na oitava série falou-nos sobre efeito estufa, camada de ozônio. Logo após assistimos a uma palestra e tivemos que em grupos passar nas salas e expor o assunto da palestra, focado em separação do lixo, mas também ficou nisso.
Agora percebo o importante papel da escola, inserida em uma, também vejo o progresso que já tivemos, mas ressalto que o começo haverá de ser na escola mesmo tentando assim como fui tocada tocar meus alunos, e sair da teoria para a prática. A educação Infantil tem esse lado bom, pouca teoria e muita prática, com os pequenos não adianta dizer “plante uma árvore, você planta, rega e acompanha, pois ela precisa ver para aprender e nós adultos também, mas às vezes esquecemos disso.
Quando comecei a trabalhar lembro que na escola havia uma horta, hoje me pergunto como deixamos de cultivá-la e hoje já tenho um projeto a ser aprovado ( tomara que seja) de fazer uma nova horta, em que eu possa, com um aumento na carga horária de trabalho oferecer em contra-turno este trabalho com as crianças, de cuidar, cultivar, plantar e com isso levar este aprendizado as suas famílias, mas enquanto isso não acontece não ficamos parados, planto com minha turma em garrafas pet, reutilizamos o tecido de sombrinhas estragadas para fazer cortinas, separamos o lixo na sala de aula.
Ainda é pouco, é, mas ainda podemos fazer mais, pesquisas com os pais sobre separação do lixo, racionalização do uso da água, muitas vezes só o fato de questionar já gera uma reflexão sobre o objetivo a que queremos atingir, porém não só a escola deve fazer este papel, mas sim toda sociedade e isso inclui as empresas, entidades religiosas, pois só quando todos se mobilizarem é que alcançaremos resultados realmente positivos, visíveis, para isso é necessário saber, ou seja, teoria, prática, exemplo, transformação de valores em relação aos recursos naturais.
Enfim diante da crise ambiental que enfrentamos as ações são prioridade, e concluindo lembro que uma das oito metas do milênio é promover qualidade de vida e respeito ao meio ambiente.

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